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Economia de Israel

S & P, Moody´s confirmam as Classificações de Israel

Em relatórios separados emitidos em agosto, S & P e Moody´s ambos afirmaram suas classificações para Israel. Ao explicar sua decisão de manter a classificaçaõ de 'A + / A1 " de longo e curto prazo para moeda estrangeira e local de crédito soberano com uma perspectiva de “estável”, S & P citou " a economia próspera e diversificada de Israel, o solido balanço externo, e o enquadramento monetário flexível. "

Da mesma forma, a Moody´s reafirmou a classificacação A1, mencionando Israel como, "economia duravel e instituições robustas, que permitiram ao país enfrentar com sucesso as crises internas e globais, bem como os desafios geopolíticos com perturbação limitada a sua estabilidade econômica."

Moody acrescentou: "Além disso, Israel também pode depender do apoio financeiro da comunidade judaica global, principalmente através do programa Israel Bonds*, e do governo dos EUA, especialmente em caso de emergência."

Para ler os relatórios, clique aqui   S&P report   |   Moody's report.

A relação dívida pública/PIB de Israel continua a cair

De acordo com os dados do Ministério da Fazenda de 20 de abril de 2015 a relação dívida pública/PIB de 2014 de Israel - um indicador chave da força da economia que ajuda a determinar classificações de crédito e pagamentos de
juros - baixou em 0,5%, para 67,1%. Isso é mais baixo do que em muitos países desenvolvidos. A relação dívida pública/PIB dos EUA é 105,6%, na Zona Euro a média é 107,7% e a média da OCDE é 94%.

A economia israelense está, definitivamente, "em boa forma".

A governadora do Banco de Israel, Karnit Flug, citada em 23 de abril de 2015 um artigo da Bloomberg, disse que a economia israelense está "definitivamente em boa forma". O crescimento econômico foi projetado para ser 3,2%, acima das previsões preliminares de 2,9%. O chefe da pesquisa econômica da Associação de Fabricantes de Israel previu que "A taxa de crescimento na indústria como um todo, e nas exportações industriais, será muito melhor este ano que no ano passado."

Recuperação Econômica da Operação Margem de Proteção

Depois de uma antecipada desaceleração econômica, consequente do conflito em Gaza no último verão, o crescimento do 4o trimestre subiu para 7,2%. As projeções iniciais de crescimento do 4o trimestre eram de 3,3%. De acordo com Reuters, esse foi "o crescimento trimestral mais rápido de Israel em quase oito anos."

O Setor Tecnológico Continua a Florescer

No último Índice de Inovação da Bloomberg, publicado em fevereiro, Israel estava no 5º lugar, acima de países como França, Singapura, o Reino Unido e os Estados Unidos. Na categoria de P&D do Índice Israel ficou em segundo lugar em gastos em P&D como uma percentagem do PIB, atrás somente da Coréia do Sul. Israel continua na segunda posição das empresas fora dos EUA mais listadas em NASDAQ, e é o segundo maior mercado de capital de risco no mundo.

O Otimismo das Agências de Classificação para a Economia

Em 21 de setembro de 2014 Standard & Poor's escreveu: "Na nossa opinião, o recente conflito em Gaza levará a um pequeno enfraquecimento da trajetória fiscal de Israel. O combate não mudou a nossa visão das fortalezas de crédito principais de Israel, como a sua próspera e diversa economia, a contribuição da produção de gás natural para um saudável saldo externo, e sua estrutura monetária relativamente flexível.

Moody's concordou, declarando num relatório de 1 de outubro de 2014, que "O crescimento provavelmente irá aumentar no próximo ano devido ao impacto da política monetária leve e do associado enfraquecimento do shekel desde o último mês de julho. Israel se beneficiará de um crescimento mais forte da economia americana, seu parceiro comercial mais importante, e da aceleração mais modesta do crescimento europeu".

(Nota: os títulos de Israel não são classificados)

30 anos de crescimento

Um estudo econômico feito por um antigo funcionário sênior no Banco de Israel, publicado no Algemeiner revelou que durante os últimos 30 anos o PIB de Israel decuplicou de $ 30 bilhões para $ 300 bilhões, enquanto que o PIB per capita subiu de $ 7.000 para $ 38.000. Indicadores negativos também caíram, enquanto a contração da relação dívida pública/PIB caiu de 280% para 67,4%, a relação dívida pública/PIB da dívida externa caiu de 55% para 10%, e a relação dívida pública/PIB do orçamento caiu de 17% para 3%.

Israel entra no Clube de Paris

Em 24 de junho Israel foi convidada a entrar no Clube de Paris, que consiste de nações influenciadoras que ajudam as economias pobres endividadas. De acordo com a Associated Press, a admissão de Israel no Clube de Paris - tornando-o apenas a 20a nação a ser incluída - dá ao país "um empurrão internacional de reconhecimento das suas realizações econômicas."

A relação dívida pública/PIB continua a cair

De acordo com o Ministério da Fazenda de Israel, a relação dívida pública/PIB da nação era de 64,4%. A relação dívida pública/PIB é um indicador importante do poder econômico de um país e da sua saúde fiscal geral. Em comparação, a relação dívida pública/PIB dos Estados Unidos está em 102%.

OCDE: O Produto de Israel Continua Forte

No estudo econômico de 2013 feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico sobre Israel, esta escreveu: "O crescimento da produção de Israel continua relativamente forte, o desemprego está no seu nível mais baixo historicamente, seu setor de alta tecnologia continua a atrair admiração internacional, e novos campos de gás em alto mar entraram em funcionamento."

O déficit acumulativo de Israel está diminuindo constantemente

Em março o Ministério da Fazenda de Israel anunciou que o déficit acumulativo dos últimos 12 meses tem diminuído constantemente, com o déficit no final de fevereiro em 28,6 bilhões, o equivalente a 2,7% do PIB. Isso se compara a 3,15% do PIB no final de dezembro e 3,0% no final de janeiro.

O Otimismo do Ministro da Fazenda

Ex-Ministro das Financas, Yair Lapid, em um telefonema para o quadro de diretores da Israel Bonds em 15 de janeiro 2015, deu uma avaliação otimista da economia de Israel, destacando que o desemprego está em uma baixa histórica de 5,5%, e espera-se que o crescimento de 2014 chegue a 3,5% e o déficit como uma porcentagem do PIB estará mais baixo que os 3,15 esperados.
O Ministro da Fazenda adicionou que ele estava "orgulhoso e agradecido pela incrível realização" de $ 1,12 bilhões nas vendas americanas em 2013.